blogzine da chili com carne

sábado, 6 de Setembro de 2014

Parede Morta e Badajoz Branca


cartaz de Afonso Ferreira

Nos dias 6 e 7 de Setembro vamos à Feira Morta da Parede (na bela SMUP, onde já lançamos O Hábito Faz o Monstro!) e voltamos a Badajoz, desta vez por causa da "noite branca"...

sexta-feira, 5 de Setembro de 2014

ccc@helsinki.fest.2014


We're not making this tradition of being at the Helsinki Comics Fest every year but a friendly Portuguese author, Joana Estrela, is going there and she's taking some of our books... 
Just show up at the Small Press Heaven! Kiitos!

segunda-feira, 1 de Setembro de 2014

Loverboy na Feira das Vanessas





Não estamos a vender bonecos!

Já várias dezenas de pessoas nos abordaram à nora com esta nossa promoção do livro Loverboy na Feira das Vanessas... alguns pensam que estamos a fazer bonecos do Loverboy (em vestimenta de beto e outra de grunge), Leonardo e Astarot.
Errado!
É um novo livro com BDs da emblemática série Loverboy. As fotos tem uma história antiga é certo. Eis uma ficha técnica que resolve alguns dos problemas colocados:

Sétimo volume da colecção Mercantologia; Publicação da Associação Chili Com Carne; Edição de Marcos Farrajota; Design de Joana Pires; Capa e fotos de olhos(«Ä»)zumbir realizadas no estúdio da União Artística do Trancão e em Sede Adres, com apoio à produção de xoscx e Adres. Bonecos realizados por Miguel Rocha e Alex Gozblau para a exposição "Loverboy Store: Liquidação Total" no Salão Lisboa de Ilustração e Banda Desenhada 2001, na Cordoaria Nacional.


O livro Loverboy na Feira das Vanessas está à venda no site da Chili Com CarneFábrica FeaturesFeira do Livro de Poesia e BDMundo Fantasma, BdMania, Matéria-Prima, Abysmo, Artes & LetrasKingpin BooksLetra Livre e Neurotitan (Berlim).


Se os Black Sabbath podem...

E os Sex Pistols, Blondie, Rage Against the Machine, Faith No More, Ornatos Violeta, Bauhaus, Zen!!! E até os Queen, Dead Kennedys, Doors, Christian Death, etc... Mau! Se tudo que é gato-sapato de banda pode voltar porque não o Loverboy & cia.?
...

Que se lixe os 80, eu quero a minha vida de volta dos anos 90!

A cultura que vivemos é de "retromania" como demonstrou o excelente livro de Simon Reynolds, e é curioso que existem vários fenómenos de revivalismos noutros países apesar de estarem sobre o jugo do do imperialismo anglo-saxónico.

São os fenómenos locais, como por exemplo, Portugal que não tinha uma tradição de Pop eis que 20 anos depois do aparecimento dos execráveis Resistência ou das popularuchas digressões “Portugal ao vivo”, ei-las a reaparecerem nos últimos meses para oferecer um conforto nostálgico à primeira geração 100% Pop portuguesa.

Onde fica a série de BD Loverboy no meio disto? Não sabemos mas esperemos que não fique entre o sem-pescoço do Tim e as moustaches-de-quem-precisa-de-sair-do-armário dos Pólo Norte! Iiiiirc....

Entretanto... os cromos não percebem que este livro é a gozar com eles e sonham com séries de TV e atribuem Troféus!!! Go get a fucking life!!!

Zona de Desconforto na Neurotitan


Eis novo livro da nossa colecção de livros de viagem para quem gosta de viajar sem apanhar transportes e gastar dinheiro, a LowCCCost.

Zona de Desconforto é uma recolha de relatos de autores de Banda Desenhada que foram estudar ou trabalhar para fora de Portugal
...

Os autores apesar de terem sido "obrigados" a trabalharem em registo autobiográfico para relatarem as suas experiências, que vão da leve piada do choque cultural às reflexões profundas e intimistas, ainda assim o estilo pessoal de cada autor não foi prejudicado.

Organizado por ordem cronológica, o livro começa com André Coelho, que estudou em Barcelona, em 2006, e expõe as questões nacionalistas catalãs, mas a experiência similar de Amanda Baeza no País Basco (estudou em Bilbao, em 2010) é mostrada de uma forma oposta e "leftfield".

Holanda vai ser uma coincidência de país para a "globe trotter" Christina Casnellie (em 2006) e um ano mais tarde, José Smith Vargas, maior é a coincidência é que  ambos desmontam a sociedade holandesa e a "pan-ibérica".

Londres também é uma "coincidência" para encontramos Ondina Pires (ex-Pop Dell'Arte, ex-The Great Lesbian Show) entre 2008 e 2010, e Francisco Sousa Lobo (vencedor do concurso "500 paus") entre 2010 e 2013, que usam "comic relief" q.b. para contar a depressão que se sente na capital inglesa, e no caso de Lobo esta sua BD é uma "companion" para o badalado romance gráfico O Desenhador Defunto. Mas antes, David Campos complementando a sua experiência da Guiné-Bissau (relatada no Kassumai) visita o resort  de Cap Skirring (Senegal) em 2007 para alertar-nos da exploração não só de recursos económicos mas também sexuais de África.

Em 2013 ainda temos as instrospecções políticas de Tiago Baptista em Berlim, durante uma residência artística; e mais extremas as deslocações sul-americanas de Júlia Tovar para Buenos Aires, decidida a criar a sua família, e com alguma ponta de ironia Daniel Lopes mostra o Brasil como o "futuro", na sua recente visita profissional, como académico.

Esta edição foi coordenada por Marcos Farrajota, frustrado e impotente em testemunhar a emigração, em alguns casos forçada, dos seus amigos e conhecidos à procura de melhores condições de vida, num país que deixa um filha-da-puta de um político alarvar bitaites de que "o melhor que os jovens portugueses têm a fazer é emigrar".

O livro não tem uma "agenda política" porque deixa que o relato de cada autor siga o seu rumo, com saldo positivo ou negativo, deixando ao leitor a interpretação que desejar.

Longe de nós impormos seja o que for...

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Arranjo gráfico: Joana Pires; Capa de João Fazenda; Apoios do IPDJ, Alt Com / Tusen Serier

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o livro custa 10€ (50% desconto para sócios da CCC, jornalistas e lojas) à venda na loja online da CCC e na Palavra de ViajanteArtes & Letras, Pó dos LivrosEl PepMundo Fantasma, LAC, FNAC, Feira de Poesia e BD, Bertrand, Letra Livre e Neurotitan.

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Historial: lançado na Palavra de Viajante, a livraria mais bonita de Lisboa a 5 de Abril de 2014 ...

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Feedback: Grande edição! Podes dizer ao Sousa Lobo que graças a ele voltei a acreditar na BD portuguesa. Que estouro. André Coelho (por e-mail 04/04/14) ... já li o livro, falta o Francisco que guardei para o fim, gostei bastante, é bom os trabalhos serem tão diferentes, acho que as histórias conseguem mesmo levar-nos para outros tempos e espaços geográficos, fizeram-me sentir mesmo fora daqui e todas as problemáticas que isso acarreta, não que sentisse um profundo envolvimento mas consegui deslocar-me... isso é bom. como se de estória em estória saltasse de cidade em cidade. Depois vou ler a história do Francisco e reler tudo de seguida a ver como é... Tiago Baptista (por e-mail 04/04/14) ... 'Tá bem apanhado, o título. Li num parque rodeado de turistas, a pensar que ia compensar a sensação "Portugal, Inatel da Europa". Não tenho a certeza, e parece que apanhei a sensação turística no obverso. O Lobo, se calhar porque parece ter mais espaço que os outros, apanha bem a coisa 'tuga: é como rir de alguém que tem um problema sério. Fora isso acho que o livro caiu ao chão quando li a história dele, de tão pesada que era. O género autobiográfico é fodido e em vez de heróis ficaram os episódios. O Baptista e o Coelho parece que quiseram meter lá os heróis em vez deles. A Amanda Baeza é um pequeno ovni... já tinha falado com ela sobre este bolo basco pesadíssimo, que estou a pensar fazer um dia. Outros, tendo estilos que me pareceram familiares, não retive tanto. Curti algumas piadas da história da Tovar, e se já vi a cena de estar nu noutro lado, ri na mesma quando vi. Fixe o traço do Campos e a deambulação anti-Club Med. Fiquei a saber o que é um flessenlikker e vou ver se arranjo um, para poupar uns trocos e viajar mais. Astromanta (por e-mail 17/04/14) nice book, is an architecture/city sketchbook of tales Valério Bindi do Crack Festival (e-mail 20/04/14) ... Os autores destas histórias a vermelho, nada inocente, seguramente, poderão usar diferentes intensidades dessa leitura dupla. Podemos lê-las como pequenos apontamentos autobiográficos ou impressões do “lá fora”, mas perder-se-ia parte do seu poder colectivo. Mas é na sua conjunção, e no seu gesto editorial total, que percebemos a responsabilidade assumida na identificação do desconforto apontado. Pedro Moura / Ler BD ... Dez autores com registos muito distintos criam uma harmonia que já vai sendo regra nos livros colectivos da editora e que deve mais à mundividência partilhada do que qualquer esforço de homogeneização. (...) tem algo de antologia de BD contemporâena, mas a sua verdaderira vocação é a de dar a ver / ler o mundo estilhaçado que nos coube Sara Figueiredo Costa / Expresso




André Coelho

David Campos

Francisco Sousa Lobo

Amanda Baeza

Tiago Baptista

Daniel Lopes


Postais d'AcontorcionistA chegam a Berlim!


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O Grupo Empíreo, Sociedade Anónima de Recreio e Prazer e as edições MMMNNNRRRG têm o prazer de anunciar a publicação do terceiro andamento da rapsódia erótica AcontorcionistA, intitulado Cartão-Postal.

Desta vez, estamos perante um desdobrável composto por 16 pranchas + 4 encartes vocacionados para a transmissão não electrónica de mensagens de teor libertino.
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A série AcontorcionistA, de formato diversificado e carácter aplicativo, conta com dois volumes anteriores ― Manifesto e Calendário ―, igualmente publicados pela MMMNNNRRRG.

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Do presente vigésimo quarto volume das edições MMMNNNRRRG foram impressas trezentas cópias, 32 + 12 páginas em A6.

Aceitam-se reservas através da chilicomcarne.com


mas também pode ser adquirido na El Pep (Lisboa), Ediciones Valientes (Espanha), Utopia, Matéria Prima, Sarvilevyt (Finlândia), Purple Rose, Artes & LetrasLetra Livre e Neurotitan (Berlim).

Ghuna X - Ghuna X (LP) - Portes Grátis

As últimas cópias deste LP, estão a seguir com portes gratuitos para toda a Europa.
Pagamentos vía Paypal ou Transferência bancária.
Está na hora de fazer outro, e novas despesas para pôr a economia a andar prá frente!

domingo, 31 de Agosto de 2014

Scorpio Rising : Transgressão Juvenil, Anjos do Inferno e Cinema de Vanguarda / A ESGOTAR

eis um livro que deveria ter saído, na colecção THISCOvery CCChannel, antes de Maio de 2009 porr causa de uma verdadeira "Kenneth Anger-Mania" (de repente toda a comunidade artística de Lisboa conhecia este autor!!), graças ao ciclo dedicado ao autor na Cinemateca de Lisboa, Fundação de Serralves e Galeria ZDB, onde o artista norte-americano esteve presente
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Kenneth Anger é um realizador controverso, com múltiplas linhas de ambiguidade, numa teia de símbolos e significados, de paradoxos, de ícones, e de manipulação violenta do imaginário. Ondina Pires (ex-Pop Dell'Arte, The Great Lesbian Show), faz neste livro ensaístico uma reflexão riquíssima sobre vários aspectos da cultura underground do século XX. Embora se centre numa análise de um filme do mítico realizador este livro é muito mais do que isso, uma vez que todos os aspectos invocados no seu filme são explorados a fundo por esta autora. Temas como os gangues, a violência, o Cristianismo, o Nazismo, a máquina, a civilização motorizada, os Estados Unidos, a apropriação de imagens, o cinema, a banda desenhada, a velocidade, o século XX, são tratados de forma fecunda e multilinear. Este livro cativará todos os que se interessem pela cultura enquanto local de aparição de fenómenos extremos.
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capa de João Maio Pinto, design por Ecletricks, prefácio por Carlos Vidal
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152p. 22x16cm, capa a cores
ISBN: 978-989-95447-3-4
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PVP: 15€ (50% desconto para sócios, jornalistas e lojas)
o livro encontra-se à venda no site da CCCLetra LivreFábrica Features, Matéria Prima e Rastilho.
versão e-book na Todoebook
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historial: lançado a 15 de Maio de 2009 na ZDB com a presença da autora, Carlos Vidal e Fernando Cerqueira, juntamente com o número nove da revista Acto ... Finalista e Vencedor da votação pública na categoria de Prémio de Melhor Ilustração Original (capa) dos Prémios de Edição LER / Booktailors 2010 ...

Feedback: A conclusão é que Scorpio Rising faz bem à cabeça: está muito bem feito, com uma sólida argumentação e ainda melhor documentado. É sempre um grande prazer ler livros escritos por quem sabe do que está a falar e Pires é um bom exemplo dessa premissa. David Soares ... Um natural apelo aos apreciadores de cinema mais experimental, este livro será também do agrado dos apreciadores de outras formas de contracultura. Os Meus Livros ...

sexta-feira, 29 de Agosto de 2014

NOISE A GO-GO #3


O Rudolfo vai à capital do império tocar pela primeira vez em dois anos. Vai ser uma noite de barulho.

Algumas pessoas depois ::: últimos exemplares!!!


novo romance de Rafael Dionísio
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capa e desenhos de André Ruivo
design de João Cunha / Ecletricks
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204 p. 21 x 14,5 cm, capa a cores
ISBN: 978-989-8363-09-1
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11º volume da Colecção CCC
!
PVP: 10 eur. (50% para sócios, lojas e jornalistas)
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sinopse:
trata-se de uma história sobre a perda, sobre a psicologia profunda das personagens, sobre o ciúme, a perda afectiva, a perda do controle emocional. Retrata no seu modo de narrar diferente o começo e a derrocada psíquica de um indivíduo. É também a história de um triângulo amoroso e de um homem que tentar resistir a afundar-se. Pelo meio vão ter lugar alguns acontecimentos imprevisíveis, desde salvamentos de pessoas até festas em casa do carismático (e perigoso?) padrinho. A narrativa desenrola-se irreversivelmente para um ponto de não-retorno.
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historial: lançado no dia 20 de Março 2011 na Sociedade Guilherme Cossoul ...
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feedback : O que es­creve é um hí­brido de ro­mance e po­e­sia (chama-lhe «anti-romance») em que as con­ven­ções de gé­nero são cons­ci­ente e in­ten­ci­o­nal­mente des­res­pei­ta­das. Se bem que deixe in­tacto, e até ex­plore até ao li­mite das pos­si­bi­li­da­des, um fa­tor que al­guma li­te­ra­tura por­tu­guesa pa­rece ter es­que­cido: a nar­ra­tiva. O Dionísio conta mesmo his­tó­rias. O Dionísio CONTA. Rui Eduardo Paes

quarta-feira, 27 de Agosto de 2014

Terminal Tower na Letra Livre




I define Inner Space as an imaginary realm in which on the one hand the outer world of reality, and on the other the inner world of the mind meet and merge. Now, in the landscapes of the surrealist painters, for example, one sees the regions of Inner Space; and increasingly I believe that we will encounter in film and literature scenes which are neither solely realistic nor fantastic. In a sense, it will be a movement in the interzone between both spheres. J.G. Ballard

Com este 16º volume da Colecção CCC dá-se uma transformação na própria colecção. Se entremeávamos um livro de literatura por um gráfico logo a seguir, durante 14 anos, com quase sempre com os livros do Rafael Dionísio e quase sempre com as antologias de BD, a natureza da obra deste novo livro Terminal Tower de André Coelho e Manuel João Neto, deixa de fazer sentido a nossa lógica editorial ou até a distinção dos formatos dos livros literários dos gráficos.

Terminal Tower teve um processo criativo entre o artista e o escritor fora da lógica da banda desenhada - em que há um argumento para ser adaptado para desenho em sequência. Assim sendo, as ideias do livro foram sendo construídas em simultâneo pelos dois autores, tendo como premissa a de um homem isolado numa torre em estado de alerta.

Partindo dessa torre, Coelho foi criando alguns desenhos que despoletaram ideias narrativas e que potenciaram outros desenhos que por sua vez geriam as indefinições das narrativas que rodeiam esse contexto, numa espiral criativa.

A ideia central do livro é o delírio engatilhado pela paranóia, sem que se perceba se o despertar dos mecanismos da torre é real ou se existe apenas na cabeça do homem isolado na torre, pois nada parece funcionar, tudo parece uma ruína do futuro em que se cruzam referências decadentes aos universos de Enki Bilal, J.G. Ballard (1930-2009) e da música Industrial - não tivessem os dois autores ligados a esse tipo de música através do projecto Sektor 304.

Historial: lançado no dia 31 de Maio no Festival Internacional de BD de Beja com exposição dos originais ... seguido de outras exposições na El Pep / Imaviz Underground (Julho) e em Setembro estará no Treviso Comics Fest e no Amplifest (Porto) ...

Feedback: (...) Depois da bomba, os estropiados – depois da expilação nuclear, os mutantes. A monstruosidade é uma sátira cruel à diversidade, uma fantochada feita de ruído. Não tem beleza. Não tem significado. A não ser a beleza do aleatório e o significado que decidimos impor. Criar relevo é inventar significados: vivemos numa realidade imaginada, mas as ficções que criamos não são mentiras, são exofenótipos – não se pode ser humano sem uma torre, mas aceitar a torre é aceitar o monstro. Aceitar o apocalipse. Nada é mais fácil. David Soares / Splaft! ... (...) a NASA tinha inventado o super-negro. (...)  é a BD que está a ir mais longe na busca de um super-negro psicológico, virtual… (...) Logo ao olhar para a capa somos chupados para o seu negrume, que se vai adensando ao longo das primeiras páginas. Percebemos de imediato que estamos num cenário bélico, pré ou pós-apocalíptico… Rui Eduardo Paes / Bitaites ...  Neste livro experimental os códigos da BD são levados a um extremo próximo da abstracção. Não é simpático para o leitor, pois deixa quase tudo em aberto e descarrega nele imagens fortíssimas e acutilantes. (...) Um dos traços da maturidade do género é a amplitude de um campo de expressão que vai do pueril intencional ao questionar dos limites, zona de fronteira onde este Terminal Tower tão bem se insere, mais próximo de uma sequência pictórica do que da narrativa linear. Lendo-o, ou sendo mais preciso, construindo mentalmente uma possibilidade ficcional a partir da iconografia, ressoava-me na mente o ruído elegante do noise industrial (...) Mais do que uma história, este livro é uma experiência do tipo mancha de Rorschach. Vê-se o que se espera, mas também se vê o que se sente no íntimo. E sublinho: contém ilustrações de tirar o fôlego, que se destacam no absoluto preto e branco mate do papel impressão mas se vistas no tamanho real e media original ainda são mais deslumbrantes. Artur Coelho / Intergalatic Robot

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ISBN: 987-989-8363-27-5
144p. p/b + cores, 16,5x23cm
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PVP : 15 euros (50% desconto para sócios CCC, lojas e jornalistas) à venda na loja online da CCCMundo Fantasma, Matéria Prima, Louie Louie (Porto), BdMania, NAU, El Pep, New Approach Records, Utopia, Bertrand, FNAC, Letra Livre e Artes & Letras.
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Exemplos de páginas: