domingo, 27 de agosto de 2017

Cadernos de Fausto : ÚLTIMOS 5 EXEMPLARES


Cadernos de Fausto
de Rafael Dionísio
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Trata-se de um livro que orbita recursivamente em torno dessa personagem tentando defini-la de uma maneira obsessiva. São pequenos textos que funcionam simultaneamente ou como capítulos de uma biografia sem factos ou como capítulos de um romance que não existe. Assim temos que o livro é de um género híbrido, algures entre a ficção e a poesia, num lugar não determinado. Uma das características do livro é ter algum grau de experimentação sintáctica e semântica. É um livro, literariamente, encorpado, denso e profundo.
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volume 7 da Colecção CCC
164p. 21x14,5 cm, edição brochada
ISBN: 978-989-95447-0-3
Capa ilustrada por João Maio Pinto, paginação por João Cunha / Ecletricks
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excerto:
fausto na floresta observava a matéria viva como se esta o observasse. se ele tinha consciência da aragem e do minotauro de troncos também tinha consciência que a floresta era tudo de si próprio. assim sentia-se observado observando.
como se houvesse perigo por estar no centro da floresta, como se pudesse ser fagocitado como uma célula estranha a um organismo.
por vezes fausto chamava floresta à floresta, com o seu chão de musgo, com as folhas ecossistema caídas com todos aqueles riscos e mais riscos, tracejados de troncos, tramas, e tinha sonhado que estava a aprender a desenhar florestas.
por vezes fausto chamava à floresta "o inconsciente" ou "o meu esquecimento".
e deixava a sua mão deslizar na caruma. e sentia-se bem portanto.
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à venda no site da CCCFábrica Features, Matéria PrimaLetra LivreArtes & Letras e Pó dos Livros. Versão e-book na Todoebook
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Historial: Lançado no dia 14 de Junho 2008, na Almedina Atrium Saldanha, com apresentação de David Soares e presença do autor ... livro lançado no âmbito dos 10 anos da Chili Com Carne - "comemoração 8" ...
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Feedback: ler aqui crítica de Pedro Moura in Cadeirão de Voltaire

Talento local ###### últimos 10 exemplares!!!


Para quem queria ler mais depois do Noitadas e É sempre tarde demais (Lx Comics #2, Bedeteca de Lisboa; 1998) e perdeu zines, revistas, jornais e exposições com trabalhos do Farrajota: My Precious Things, BoDe, Bíblia, Inside, Cru, Publish or Perish, Zalão de Danda Besenhada, Amo-te, Osso da Pilinha, V_Ludo, Stereocomics Special SPX (França), Milk+Wodka (Suiça), LxComicsZine, Mistério da Cultura, Crack On e Combate... agora fica tudo compilado! Mais uns inéditos, poucos! Este livro fecha um ciclo de produção em que toda a BD autobiográfica de Farrajota se encontra em 3 livros! O quotidiano suburbano desinteressante fica para a posterioridade! Que venha uma bomba atómica para cima da Biblioteca Nacional para que se perca o rastro deste infeliz ser humano!
Há ironia com um título como "Talento Local". Mais quando se junta o pastor protestante estrela roque do Senhor Tiago Guillul no prefácio - um bom livro de um escritor de Domingo tem sempre alguém da paróquia para prefaciar! E ainda mais quando o autor de bd sérvio Aleksandar Zograf se junta para uma bd a meias (inédita).
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quarto volume da Mercantologia, colecção dedicada à reedição de material perdido do mundo dos zines.
80p. 15 x 21 cm
500 exemplares
ISBN: 978-989-8363-08-4
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à venda no sítio da Chili Com CarneFábrica Features, Matéria Prima, Letra Livre, Mundo FantasmaNeurotitanArtes & LetrasUgra Press (Brasil), RastilhoTigre de PapelPó dos Livros e nas Bertrands.
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Historial: lançado na 17ª Feira Laica (Dez'10)

Feedback: é fixe rever alguns conceitos famosos dos 90’s: em Londres é que se faz teatro Rafael Gouveia ... Tenho dúvidas que se possa dizer (querendo ser retórico) o Marcos não desenha nada. O desenho é uma escrita e a escrita implica reflexão, inteligência entre outras coisas mais subtis. Tiago Manuel ... Ainda estou a ler o teu último trabalho (onde estás bem) e, por exemplo, o pénis cansado será um exemplo maior A. de Silva O. ... Genial! Gamão (Traumático Desmame) ... Muito fixe pah, curti a onda 90's da coisa Boris (dUASsEMIcOLCHEIASiNVERTIDAS) ... Gostei da história de tentares partir a garrafa na cabeça dum espanhol. Todos devíamos ter essa oportunidade, pelo menos, uma vez na vida. Miguel Caldas ... Niiice! Jad Fair

exemplos de bd's:


originalmente publicadas no Inside (1998), Cru (1999), Stereoscomic (2001) e Milk+Wodka (2003)

QCDA #1000 [ÚLTIMOS 20 EXEMPLARES]


Zé BurnayRudolfoAndré Pereira Afonso Ferreira fazem BD em Portugal (LOL). Cansados de andar por aí cada um para seu lado, a editar a sua cena em formatos betinhos, os Quatro Chavalos Do APOPcalipse decidiram reunir-se sob a benção da editora Chili Com Carne para uma antologia de BD à séria, em que cada um faz mais uma vez o que lhe dá na real gana, mas desta vez em glorioso formato A3.

Falamos do QCDA#1000, claro, que reúne quatro histórias de quatro páginas cada, com um alcance de temáticas que vai desde a prevenção do acne existencialista ao comentário da sociedade mágico-equestre contemporânea, passando pela exploração das várias correntes de arquitectura necromântica e pela análise comportamental de altas patentes do exército quando confrontadas com criaturas lendárias.




Historial : este COMIX/zine/XXL foi lançado no Angoumerde Fuck Off 2014 e em Portugal no Festival Rescaldo ... exposição de originais no Anicomics 2014 ... Nomeado para Melhor Obra Curta (de André Pereira) pelos Prémios Central Comics 2015 ...
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Capa a cores + 16p. impressas a roxo no formato A3
Design: Rudolfo
ISBN: 978-989-8363-23-7
Apoio do IPDJ e Wormgod  
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À venda na nossa loja online e nas lojas Fatbottom Books (Barcelona), BdMania, Artes & Letras, El Pep (Porto), Pó dos LivrosMundo Fantasma (Porto), LAC (Lagos), Letra Livre e Black Mamba.
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Feedback : uma óptima iniciativa que se devia repetir, regularmente. Faz favor. Planeta Satélite ...

QCDA #1000 [LAST 20 COPIES]


Zé Burnay, Rudolfo, André Pereira and Afonso Ferreira are the 4 most active brats from the new Portuguese breed of Comix authors! Yup! They make comics in Portugal (lol).

Tired of wandering around, self-publishing their stuff in puny formats, the Four Horsemen of the APOPcalypse have decided to unite, under the blessing of Chili Com Carne, for a real comics anthology in which they do what they please (as always), but this time in glorious A3 size.

We’re talking about QCDA#1000, of course, that collects four stories of four pages each, with a thematic reach that spreads from existencialist acne prevention to social commentary on the contemporary magical-equestrian society, while also exploring several varieties of necromantic architecture and analyzing the behavior of certain high-ranked officers of the army when confronted with legendary creatures of lore.


This GIANT/size/COMIX/zine was released in Angoumerde Fuck Off 2014 and in Portugal it will be released at Festival Rescaldo.

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Full colour cover + 16 pages A3 format
Design: Rudolfo
ISBN: 978-989-8363-23-7
Supported by IPDJ and Wormgod  

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Orders in our online shop and in some good stores like Fatbottom Books (Barcelona), Lambiek (Amsterdam), Ediciones Valientes (Spain), La Central (Madrid), Neurotitan (Berlin), Orbital (London), Quimby's (Chicago), Seite Books (Los Angeles)...

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Feedback : I quite enjoyed the QCDA book! Marcel Ruijters (by e-mail)... QCDA project, really cool, love it, huge weird hard to place in your bookshelf but great style and pure comics juice Alberto Corradi (by e-mail)





Kassumai / últimos 25 exemplares



segundo volume da colecção LowCCCost - porque é realmente barato viajar lendo estes livros de viagens. Depois de uma "Boring Europa", a Associação Chili Com Carne, edita agora uma experiência mais excitante e exótica na Guiné-Bissau pela mão de David Campos 

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Kassumai (saudação Felupe)
uma palavra para designar: Liberdade, Paz e Felicidade...

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3 companheiros / 6 meses numa O.N.G. / 30 e muitas etnias / 1 nova grande família / milhões de sorrisos / muitas tabancas e estradinhas de areia...

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116p. 23x16,5 cm impressas a castanho escuro, capa em cartolina com badanas; 
ISBN: 978-989-8363-16-9

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à venda na loja em linha da CCC, Fábrica Features, Matéria PrimaPalavra de Viajante, Mundo FantasmaLetra Livre, Artes & Letras, Livraria do Simão (Escadinhas de S. Cristovão), BdManiaUtopia, Mundo FantasmaPó dos LivrosLAC, FNAC, Luar (Maputo) e Black Mamba.

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sobre o livro: David Campos visitou a Guiné-Bissau entre Novembro de 2006 e Maio de 2007 no âmbito de um projecto de apoio à população de S. Domingos, numa parceria entre uma O.N.G., a Acção para o Desenvolvimento, e a Câmara Municipal do Montijo. Durante a sua estadia apaixonou-se pelas pessoas que conheceu e este livro, mais que um relato de viagens neste país africano, é um diário fragmentado de vivências e contactos humanos feitos pelo autor entre o seu trabalho como voluntário e os seus tempos livres. 

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O autor nasceu em 1979 em Medons La Florett (França) mas veio para Portugal aos 4 anos, crescendo no Montijo. Tirou o curso de Formação Profissional de Desenho Animado (ETIC) e também o de Escrita para Multimédia e Audiovisuais, e na Ar.Co o curso de Ilustração e BD. Trabalhou em Cinema de Animação, têm editado alguns fanzines e participado em algumas antologias da Associação Chili Com Carne, nomeadamente Destruição ou bandas desenhadas sobre como foi horrível viver entre 2001 e 2010 e Futuro Primitivo.

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Edição apoiada pelo IPDJ 

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historial: lançado no dia 22 de Março na Livraria Sá da Costa ... no mesmo dia: exposição + festa com no Adufe Bar ... reportagem na RTP Internacional / programa Rumos ... exposição de originais no Festival de BD de Beja, 1 a 16 de Junho 2013 ... Obra seleccionada para a Bedeteca Ideal ... apresentação no DOC LISBOA 2013 ... Seleccionado por Pedro Moura como um dos cinco dos melhores livros portugueses de BD (2013) no site de Paul Gravett ... exposição de originais na BD Amadora 2015 ...
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feedback: 
está muito fixe (...) surpreendeu-me muito tanto ao nivel do desenho como ao nivel de texto. Parece-me agora muito mais fluido e natural (talvez por ser autobiográfico?). 
André Coelho (via e-mail) 
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Campos não parece interessar propriamente o registo jornalístico ou de literatura de viagens, as quais quase obrigariam à procura do exotismo, a uma permanente tensão entre um “eu” (“nós”) e um “eles”, mas antes essa escrita diarística que abraça desde logo o interrelacionamento humano. Até podemos mesmo dizer que este livro é uma forma de demonstrar como a banda desenhada, se entendida (somente, redutoramente) como meio de comunicação, ela pode adaptar-se a todas e quaisquer expressões. 
Pedro Moura in Ler BD 
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Curti dos livros, só não gostei de um: aquele da viagem Bla bla bla previsível ah e tal que experiencia magnifica bla bla bla e o camandro 
Rattus (Albert Fish) via e-mail 
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é um livro muito interessante, captando instantes do percurso pessoal do autor à medida que se adapta a um país pobre, muito mais estranho do que aquilo que contava. (...) sendo um bela iniciativa de uma editora fundamental (...) Sente-se algum pudor, mas a verdade é que o livro não se liberta de uma visão pessoal (a todos os níveis), e é pena, porque se trata de um excelente ponto de partida, e o estilo do autor (entre o fotográfico e o esboço) é particularmente eficaz a retratar as distorções que a memória faz no real. 
João Ramalho Santos in JL 
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Nomeado para Melhor Publicação Nacional dos Troféus Central Comics 2014 
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Acho que a cooperação portuguesa devia distribuir um exemplar de Kassumai a todo e qualquer cooperante que partisse para África, tão intensa é esta generosidade, tão autêntica foi esta dádiva, tão festiva é toda esta experiência realçada por um desenho ingénuo, franco e leal, como leal é a amizade que ele estabeleceu com aquele chão felupe, sabe-se lá se para todo o sempre. 
Luís Graça & Camaradas da Guiné 
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Rememorar momentos da sua própria vida é uma tendência comum a escritores e a autores de BD em especial. (...)  Na novela gráfica Kassumai (...) Assistimos, graças às imagens realistas que David desenha - muitas delas com subtil apoio fotográfico - a sequência de momentos que desenha e escreve, desde confissões inesperadas (algo como "vou acabar de ler os Cem Anos de Solidão de Gabriel García Márquez e passar a usar o livro para o pôr em cima dos desenhos quando quero digitalizá-los"), ou análises amargas das realidades que enfrenta naquele país, onde o trabalho duro é executado maioritariamente por mulheres e crianças. David Campos inclui-se como personagem na participação das situações ou, no mínimo, como observador. É uma obra que se sente prenhe de emotividade perante uma realidade tão dura, que claramente se imprime na sensibilidade de um observador jovem e sensível ao registar literária e imageticamente vários momentos marcantes da sua imersão, mesmo que apenas durante cerca de sete meses, num contexto social e humano com aspectos de desigualdade gritantes. 
Geraldes Lino 
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Durante a sua estadia apaixonou-se pelas pessoas que conheceu e este livro, mais que um relato de viagens neste país africano, é um diário fragmentado de vivências e contactos humanos feitos pelo autor entre o seu trabalho como voluntário e os seus tempos livres. É possível acompanhar o percurso do autor e a voz pessoal com que narra esta viagem, ficando deste modo registada a sua visão do que restou da memória e das fotografias capturadas. 
Nuno Sousa

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"a" maiúsculo com círculo à volta de Rui Eduardo Paes --- últimos 25 exemplares!!!


Muitas vezes, e não em poucos casos abusivamente, o punk foi/é identificado com o anarquismo. Em outra área, são habituais as analogias da chamada "livre-improvisação" com os princípios libertários, mesmo quando quem toca são músicos com perspectivas políticas e sociais influenciadas por correntes marxistas como o trotzkismo e o maoísmo. Seja como for, há mais conexões entre Música e Anarquia do que aquelas que se supõe. Um contributo para o seu desvelamento, tanto quanto para a desmitificação de algumas ideias feitas, está neste novo livro de Rui Eduardo Paes, o segundo do autor na colecção THISCOvery CCChannel, depois de Bestiário Ilustríssimo.

O novo livro de Rui Eduardo Paes relaciona as músicas de hoje (jazz, improvisação, pop-rock, noise, electrónica experimental, música contemporânea) com as novas tendências do pensamento libertário, descobrindo analogias mas também desmistificando ideias feitas. Daniel Carter, Lê Quan Ninh, John Cage, Fela Kuti, Frank Zappa, Thom York (Radiohead) e Nicolas Collins são algumas das figuras retratadas pela escrita analítica e de dimensão filosófica, mas não raro com humor e alcance provocatório, do ensaísta e editor da revista “online” jazz.pt. Entre os temas percorridos ao longo dos 10 capítulos amplamente ilustrados estão o ocultismo, a espiritualidade, a ciência, a ficção científica, a tecnologia, o amor e o sexo, com referência a autores como Robert Anton Wilson, Hakim Bey, Murray Bookchin, Starhawk e Ursula K. Le Guin.

A
O livro é ilustrado por vários artistas da Associação Chili Com Carne: Joana Pires, Marcos Farrajota, André Coelho, Jucifer, Bráulio Amado (acumulando o cargo de Designer do livro), José Feitor, David Campos, Daniel Lopes, André Lemos, João Chambel e Ana Menezes.

A
Edição da Chili Com Carne e Thisco
80p p/b; 16,5x22cm
ISBN: 978-989-8363-21-3

à venda na loja em linha da CCC, Livraria do Simão (Escadinhas de S. Cristovão, Lx), Flur, Letra LivreMatéria PrimaFábrica FeaturesPó dos LivrosArtes & Letras, UtopiaLAC, FNAC, Glam-O-RamaLouie Louie do PortoApop ShopBlack Mamba, Tortuga (Disgraça) e MOB.

A
Historial : lançado em 29 de Maio de 2013, na Trem Azul, Lisboa, com a participação do escritor Rafael Dionísio e do músico Paulo Chagas, seguido de concerto de Shameful Iguana [Luís Lopes: guitarra eléctrica; Hernâni Faustino: baixo eléctrico; Marco Franco: bateria] ...

A
Sobre o autor: Com quase 30 anos de actividade repartida entre o jornalismo cultural, a crítica de música e o ensaísmo teórico, Rui Eduardo Paes é autor de vários livros sobre as músicas criativas. É o editor do site jazz.pt, membro da direcção da associação Granular e autor dos press releases da editora discográfica Clean Feed. Foi um dos fundadores da Bolsa Ernesto de Sousa. Assessorou a direcção do Serviço ACARTE da Fundação Calouste Gulbenkian e integrou o júri do concurso de apoios sustentados do Instituto das Artes / Ministério da Cultura para o quadriénio 2005-2008.

A
os textos estão soberbos e o trabalho gráfico ficou excelente! parabéns a quem concebeu e materializou este objeto literario-grafico-musical absolutamente único! António Branco ... novo livro traz é que o ponto de vista essencial é o ponto de vista político associado às manifestações estéticas contemporâneas. O título é, de resto, todo um programa de intenções: "A" Maiúsculo Com Círculo à Volta". O anarquismo histórico e as suas formas libertárias de expressão são intercaladas, pelo autor, com múltiplas abordagens a músicos, escritores, cientistas ou artistas multimédia. Um livro que, uma vez mais, prova que o autor rejeita o conformismo de pensamento e ousa analisar novas abordagens, novas relações, novos pontos de vista sobres os fenómenos artístico-culturais-sociais-filosóficos do mundo contemporâneo (...) relaciona as músicas de hoje (jazz, improvisação, pop-rock, noise, electrónica experimental, música contemporânea) com as novas tendências do pensamento libertário, descobrindo analogias mas também desmistificando ideias feitas. Entre os temas percorridos ao longo dos 10 capítulos amplamente ilustrados estão o ocultismo, a espiritualidade, a ciência, a ficção científica, a tecnologia, o amor e o sexo, com referência a autores como Robert Anton Wilson, Hakim Bey ou Murray Bookchin Kubik in O homem que sabia demasiado ... Dando sequência a uma consistente abordagem político-musicológica, por vezes fraturante e polémica, REP continua a revelar neste novo conjunto de reflexões a lucidez intelectual, a densidade de análise e o rigor enciclopédico que sempre caracterizaram a sua escrita. António Branco in Jazz.pt ... 4 estrelas (em 5) in Público ... Atenção, isto não é apenas um livro: é um perigoso "cocktail molotov" para o cérebro. E, já agora, também para os ouvidos. Nuno Catarino in Ípsilon / Público ... ambicioso, extraordinariamente documentado, e uma porta perfeita para teses de maior valor intelectual. Bons Encontros ... No abandonando su sentido del humor, desde la espiritualidad, el sexo, el amor, el ocultismo a temas más de actualidad, la ficción científica, la nueva tecnología (...) Oro Molido





sexta-feira, 18 de agosto de 2017

Toma lá 500 paus e faz uma antologia de BD!!! (Júri)

Já temos Júri:

Ana Biscaia (ilustradora - Prémio Nacional de Ilustração 2013), Isabel Carvalho (artista e docente, autora de Allen), Marcos Farrajota (editor), Sofia Neto (autora de BD e docente) e Tiago Baptista (artista, autor de BD e vencedor da edição anterior).

quarta-feira, 16 de agosto de 2017

Simplesmente Samuel no LAC (Lagos)


As novas caminhadas existênciais de Samuel

Simplesmente Samuel de Tommi Musturi

160p. 20x20cm a cores em papel Orla Cream 140g
capa dura a cores, marcador de fita
PVP: 20€

à venda na loja em linha da Chili Com Carne, BdMania, El Pep, Artes & Letras, Letra Livre, Tasca Mastai, Linha de Sombra, Pó dos Livros, Mundo FantasmaTigre de Papel, Blau (Fac. Arquitectura de Lx), MOB, Bertrand, FNAC, Bar Irreal, Utopia, Matéria PrimaA Ilha / XYZBooks & Records Megastore by LargoLAC (Lagos) e Black Mamba.

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Simplesmente Samuel é uma narrativa visual silenciosa, uma homenagem à vida e à existência humana. Samuel é uma figura fantasmagórica que caminha por um mundo colorido (muito parecido com o nosso) praticamente invisível para o que está ao seu redor, como um verdadeiro herói da nossa vida quotidiana e mundana. As vinhetas sem palavras de Simplesmente Samuel lidam com o individualismo e o conceito de liberdade, ponderando nossas atitudes diárias, escolhas e os valores por trás delas - tudo isso através das acções e expressões de Samuel.

Simplesmente Samuel é a continuação de Caminhando Com Samuel (2009), primeiro trabalho de Tommi Musturi com este "pequeno fantasma que caminha", e escolhido pelo jornalista Paul Gravett para o livro de referência 1001 Comics You Must Read Before You Die.

O traço de Musturi exprime uma narrativa contundente, combinando psicadelismo dos seus mundos interiores com uma precisão matemática no acabamento e no design. O universo rico em cores e formas funciona como uma parte da narrativa ecléctica que continua a surpreender o leitor página a página.

Simplesmente Samuel é um romance gráfico peculiar, que induz o leitor a ver e experimentar a arte impressa a um novo nível.

Simplesmente Samuel foi lançado simultaneamente em nove países diferentes - a edição portuguesa foi em parceria com a brasileira A Bolha - e foi agora lançado nos EUA pela Fantagraphics Books.

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Sobre o Caminhando Com Samuelum dos nomes de primeira água da banda desenhada finlandesa contemporânea (...) um roadbook cosmogónico onde o olhar da descoberta primordial se mantém até ao fim. Mas onde as cosmogonias (entre elas o Génesis) encenam a criação num tempo recuado e definitivamente perdido, Samuel parece assumir uma condição atemporal, um estado de permanência que o faz atravessar eras, estados de alma e espaços com o mesmo deslumbramento e a mesma disponibilidade para o mundo que trazia no início, quando surgiu por entre a vegetação. (...) Aqui, não há respostas, só deslumbramentos. Sara Figueiredo Costa / Expresso (...) 


Sobre o novo título:

(...) o mesmo tempo entrega-nos instrumentos de interpretação que poderiam permitir-nos ler Simplesmente Samuel como uma imagem de algo para além da aparente simplicidade prometida. O livro é, portanto, uma pequena máquina que tanto permitirá uma leitura de consulta rápida, em que nos deleitamos nas cenas isoladas, nas anedotas por si mesmas, mas também uma mais aturada e ponderada consideração do seu significado holístico (...) Pedro Moura in Ler BD. 

I just had Sam for lunch today, such a visionary guy, childish but in a twisted way, I like him for now, but I have to get to know him better DJ Balli (email)

Samuel es un personaje vacío, sin personalidad, un conducto para que la aventura gráfica se desarrolle. Sin embargo, al mismo tiempo es lo mismo y otra cosa diferente, una recopilación de páginas más experimentales y profundas, donde Musturi ha logrado dar un salto al vacío y llegar un territorio nuevo. The Watcher (em relação à edição espanhola)

Nunca tínhamos visto os colhões ao Sapo Cocas, obrigado Tommi Musturi. Clube do Inferno

Melhores Livros de BD de 2016 no Deus Me Livro

A viagem de Samuel através das páginas transforma-se pois numa estranha meditação sem plavras, contada apenas com desenhos. (...) há inúmeras descobertas a fazer neste belo livro. João Ramalho Santos in Jornal de Letras













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Tommi Musturi nasceu em 1975, é um dos autores mais excitantes num país onde onde surgem dezenas de autores excitantes!

Desde miúdo que é um activista, começou por editar nos anos 90 singles de Noise Rock e zines de BD sob a chancela Boing Being, em que se destaca a antologia Glömp cujo último número explorou narrativas em três dimensões - número experimental, luxuoso e basilar que teve direito a uma exposição que passou pela Bedeteca de Lisboa em 2009. Apesar de viver em Tampere é um dos elementos mais activos do atelier Kuti Kuti (de Helsinquia) que edita o muy psicadélico jornal de BD Kuti - um caso único no mundo, diga-se de passagem.

As bandas desenhadas de Musturi são quase sempre mudas (sem texto) e de uma comicidade camuflada. Acima de tudo é um humanista que apresenta o seu mundo e as suas personagens de todos ângulos de forma a girá-los num círculo em que a verdade apresenta-se sempre em mutação. No ano de 2011 ganhou o prémio principal da BD finlandesa, Puupäähattu, pela Sociedade Finlandesa de BD. Os seus trabalhos tem sido exibidos e publicados em mais de 10 países - como o The Books of Hope editado pela importante Fantagraphic Books.

No caso português participou nas antologias Quadrado (3ª série, Bedeteca de Lisboa), Mesinha de Cabeceira Popular #200 e no MASSIVE - ambas da Chili Com Carne. Foram também publicado os livros To a stranger (Opuntia Books; 2010) e Beating (MMMNNNRRRG; 2013) dedicados à sua obra gráfica. Este autor já nos visitou várias vezes entre elas na Feira Laica na Bedeteca de Lisboa (2009) e no Festival de BD de Beja (2014).

Os livros Caminhando Com Samuel e Simplesmente Samuel, com edição em nove países, têm lhe granjeado fama internacional, sendo que o primeiro título foi uma das obras seleccionadas para o livro de referência 1001 Comics you must read before you die.

Chili do Inferno ou Clube Com Carne?

Eis a parceria diabólica entre a Chili Com Carne e o Clube do Inferno em 2015!!!
A Maga já estava prometida à muito tempo, é uma antologia de textos ou como se sub-intitula: Colecção de Ensaios sobre Banda Desenhada e afins

Inclui textos de Tiago Baptista (entrevista), Marcos Farrajota, João Machado, João Sobral (que realizou o design da publicação) e Ana Matilde Sousa, e ainda umas BDs de Tiago de Bernarda, que nos oferecem artigos sobre BD, Indíos, Depressão, Manga, Cultura Pop, Anime, Zines, Comix e DIY a rodos...

É o volume -5 da colecção THISCOvery CCChannel, parceria da Chili Com Carne e Thisco para a edição de livros sobre "Ocultura" onde a BD se insere facilmente. São 122 páginas que se encontram na loja em linha da CCC e na Mundo FantasmaMatéria-Prima, Artes & Letras, El Pep, Linha de Sombra, BdManiaLetra LivreTasca Mastai e Pó dos Livros.

Melhor Publicação Relacionada pela Central Comics 2016



O QCDI não se deveria chamar QCDA!? Será gralha da rapaziada?  Não não não! É que estes chaval@s são do Inferno e não do aPOPcalipse! Apesar de André Pereira, Astromanta, Hetamoé e Mao disfarçarem a sua "chavalice" com barbas", sorrisos e pactos de sangue!

Fear of a Capitalist Planet
Tamanho A3! 16 páginas impressas em azul petróleo! Capa a cores!

à venda AQUI e na Artes & Letras, Matéria-Prima, El Pep, Ediciones Valientes (Espanha), Black MambaLinha de Sombra, BdMania, Letra LivreTasca Mastai, B Shop (CCB), LAC (Lagos) e Pó dos Livros...





QCDI #3000, integrado na colecção de banda desenhada QCDA da Chili Com Carne. Alguns de dos membros do Clube do Inferno já tinham participado nos números anteriores — o André Pereira no 1000, a Hetamoé no 2000 —, mas este novo volume é Clube do Inferno de uma ponta à outra.

Com o subtítulo "Fear of a Capitalist Planet", as quatro histórias operam em diferentes matizes, entre o fantástico, o político, e o onírico. Dragões, polícias e pizzas deformadas fazem parte da iconografia deste projecto em que continuam uma ideia já presente na exposição Lightning Riding Waves of Fire (na El Pep em 2014): a de que vivemos depois da catástrofe. Colocam-se de fora, no futuro, na realidade paralela, para obter tangentes que se querem alienígenas mas não alienantes.

Feedback: 
Parece haver um princípio comum, indicado pelo título e por uma nota final. Uma reflexão sobre o tardo-capitalismo actual, cujo prometido estertor tem sido sentido pela forma como se tem imiscuído em esferas várias (começando pelo da política, como temos testemunhado na Europa, não nos escusando de sentir as vibrações em Portugal). O título baseia-se num ensaio [os autores garantem "estar lá tudo"], mas se o medo é sobre algo que ainda não sucedeu, aqui é infundado, pois estamos já nele. O título parece ser já uma citação em segundo grau de um famoso álbum dos Public Enemy. 
Pedro Moura / Ler BD 
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"Quatro Chavalos do Inferno" (...) colectivo que tem desenvolvido um trabalho relevante e renovador na cena portuguesa de BD (...) questionam, desmontam, apoucam e ironizam o presente com cheiro a fim de civilização que vivemos. 
Sara Figueiredo Costa / Expresso 
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Nomeado Melhor Fanzine na BD Amadora 2015 
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Lista dos Melhores Livros de 2015 no Expresso 
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uma história de André Pereira que podia figurar igualmente numa qualquer publicação da editora britânica 2000AD. Já em Fantastic Proliferation seguimos de perto (demasiado perto) o abuso do poder por parte de Cosimo, uma personagem digna de um qualquer filme de Pasolini, cuja história, da autoria de Mao, prima não só pelo conteúdo, mas por todo o experimentalismo
Melhores de 2015 pela Deus Me livro
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Nomeado para Melhor BD Alternativa 2015 nos Prémios do Festival de Angoulême 
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Best Portuguese Graphic Novels por Pedro Moura no sítio de Paul Gravett: QCDI 3000 is actually the third volume of an ongoing project to highlight new, young comics artists who are willing to push the envelope of the art of comics-making. This particular issue is concentrated on a collective called Círculo do Inferno, a little like the Hellfire Club, and they’re no gentlemen either. The authors are Astromanta, Hetamoé, Mao and André Pereira (...). This oversized, tabloid-like anthology presents four-page pieces by each artist, not necessarily narrative: Astromanta presents a sort of science fiction essay on precariousness; Hetamoé crunches shojo manga with post-Marxist politics via high fantasy tropes; André Pereira creates a seemingly light story that actually focuses on the current political-economic crises of Portuguese society (with absolutely brilliant page compositions); and Mao brings together two distinct narrative tracks, an unclear palace intrigue and the slow progress of an oozing pizza-monster (but also an exercise in experimental composition). Weird, creative, dynamic, indeterminate in their moral but surefire in their humour and politics, this collective has not only produced top-notch contemporary comics that go well beyond classic genres and forms, but also provide much food for thought, and not only about comics themselves. 
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Nomeadas BDs de Mao e André Pereira para Melhor Obra Curta no Central Comics 2016

ACEDIA de ANDRÉ COELHO - Obra vencedora do concurso "Toma lá 500 paus e faz uma BD!" (2015) no LAC (Lagos)



Acedia é o novo livro de André Coelho e na realidade é o seu verdadeiro primeiro livro a solo - os outros livros foram colaborações como, por exemplo, o caso de Terminal Tower com Manuel João Neto...

Acedia é um romance gráfico que foi o vencedor do concurso Toma lá 500 paus e faz uma BD deste ano e junta-se a uma série de livros da Chili Com Carne que resultam dos resultados desse concurso onde vamos encontrar O Cuidado dos Pássaros / The Care of Birds (vencedor de 2013) de Francisco Sousa LoboAskar, O General de Dileydi Florez e O Subtraído à Vista de Filipe Felizardo.

Um livro que consegue estabelecer um equilíbrio entre experimentação e tradição na banda desenhada estabelecendo um paradoxo entre a sua energia criativa com o ambiente mórbido da narrativa. Especulamos que a personagem do livro seja um alter-ego do autor e que alguns episódios sejam autobiográficos mas na essência estamos no domínio da ficção - ou da auto-ficção?

Sinopse: Um homem, Daniel, sofre de distorções na sua percepção visual devido a um corpo estranho alojado algures na cavidade ocular. Apesar da insistência das notificações hospitalares para dar início aos seus tratamentos, ele vê-se confrontado com a hipótese das suas alucinações estarem a proporcionar-lhe uma fuga para uma nova percepção da realidade. Daniel terá que optar entre encarar a sua doença como um sinal evidente da sua mortalidade ou como uma intensificação da vida.


Eis algumas páginas da obra:


104p. (muito) preto e branco 18x24,5cm, 500 exemplares

O concurso 500 paus tem o apoio IPDJ e de todos os associados da Chili Com Carne.

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PVP: 10€ (50% desconto para associados e jornalistas) à venda na loja em linha da Chili Com Carne e nas lojas BdMania, Mundo Fantasma, Letra Livre, Linha de Sombra, El Pep, Tigre de Papel, Artes & Letras, Fatbottom Books (Barcelona), Tasca MastaiMOBUtopia, Bertrand, Black Mamba, Ugra Press, Pó dos Livros, Purple RoseRastilhoLAC (Lagos) e Matéria Prima. E não na FNAC...

Historial Lançado no dia 6 de Outubro 2016 no Lounge Lisboa com actuações dos Smell & Quim e Rasalasad vs shhh... ... entrevista ao autor e editor na revista Umbigo ... apresentação no North Dissonant Voices 2017 no Black Mamba ...


André Coelho nasceu em 1984 em Vila Nova de Gaia, onde reside. Tem vindo a desenvolver o seu trabalho como ilustrador no âmbito do Rock, Punk, Metal e música experimental, criando capas de discos, merchandising e cartazes.

Paralelamente faz edições de pouco ou nenhum sucesso através da Latrina do Chifrudo, editora que mantém com Sara Gomes, na qual edita fanzines e discos. Tem vindo a trabalhar regularmente com a Witchcraft Hardware e com a Malignant Records. Entre várias bandas que fez parte destacam-se os Sektor 304 e Profan. Têm participado nas várias antologias da Chili Com Carne com desenho, BD e textos e em exposições pelo Reino Unido, Finlândia, Suécia, EUA, Espanha, Itália, Portugal e Brasil.

A sua estreia monográfica foi com Terminal Tower, em 2014, em parceria com Manuel João Neto. Neste mesmo ano, os originais do livro foram mostrados no Festival de BD de Beja, Amplifest (Porto) e no Treviso Comics Fest.

Bibliografia: SWR Chronicles (SWR; 2014), Terminal Tower c/ Manuel João Neto (Chili Com Carne; 2014), Sepultura dos Pais c/ David Soares (Kingpin; 2014) e Evan Parker - X Jazz (c/ prefácio de Rui Eduardo Paes, Chili Com Carne + Thisco; 2015) Colectivos: MASSIVE (Chili Com Carne; 2010), Destruição (Chili Com Carne; 2010), Subsídios para MMMNNNRRRG #1 (MMMNNNRRRG, 2010), Futuro Primitivo (Chili Com Carne; 2011), É de noite que faço as perguntas c/ David Soares et al. (Saída de Emergência, 2011), Inverno (Mesinha de Cabeceira #23, Chili Com Carne; 2012), Antibothis, vol.4 (Chili Com Carne + Thisco; 2012), "a" maiúsculo com círculo à volta c/ Rui Eduardo Paes et al (Chili Com Carne + Thisco; 2013), Zona de Desconforto (Chili Com Carne; 2014), PostApokalyps (AltCom, Suécia; 2014), Quadradinhos : Looks in Portuguese Comics (Treviso Comics Fest + MiMiSol + Chili Com Carne, Itália; 2014) e Altar Mutante #3 (Espanha, 2015).


Feedback: Livro curto, Acédia é o primeiro trabalho de longo fôlego a solo de André Coelho que se apresenta como uma narrativa coerente, e não colecção de desenhos ou improviso em torno de um tema. Novela concentrada, negra, lacónica, a escrita de Coelho espelha-se em todos os elementos que compõem a narrativa e é necessário ler a sua forma e superfície para libertar os seus significados. Tal qual o tema proposto, há uma realidade que nos é apresentada mas cujo desvendamento se associa à percepção do leitor e poderá mesmo ser intransmissível. Pedro Moura / Ler BD ... Os livros de André Coelho lêem-se como murros no estômago, e este não é excepção. Obra a solo, o poder narrativo de Coelho não é diluído pelos argumentos de outros autores. O murro é mais forte. O carácter duro do grafismo, entre o experimental e o clássico, com um traço ao mesmo tempo rude e elegante, misturando estéticas, recorrendo à mistura de iconografias entre imagética técnica e desenho Intergalatic Robot ... recomendado pela Vice Portugal ...